Prevalência de diagnóstico de depressão segundo o gênero: análise crítica dos resultados da pesquisa nacional de saúde (PNS) de 2013 e 2019

Autores

  • Alex Fernandes Nunes Universidade Metodista de São Paulo image/svg+xml Autor
  • Carolina Rodriguez Pae Universidade Metodista de São Paulo image/svg+xml Autor
  • Tatiane da Silva Oliveira Universidade Metodista de São Paulo image/svg+xml Autor
  • Valéria Calipo Universidade Metodista de São Paulo image/svg+xml Autor
  • Juliana Risso Pariz Universidade Federal de São Paulo image/svg+xml Autor

DOI:

https://doi.org/10.70630/rspms.v9.2026.362

Palavras-chave:

Depressão, Genêro, Saúde mental, Desigualdade de gênero

Resumo

Introdução: A depressão é um problema de saúde pública com alta prevalência no Brasil, o que evidencia a importância de estudos que investiguem suas variações segundo o gênero. Objetivo: estimar a prevalência de diagnóstico de depressão na população brasileira segundo o gênero, comparando sua evolução entre os anos de 2013 e 2019, a partir de dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). Materiais e métodos: Para isso, foram incluídos dados secundários extraídos dos inquéritos populacionais da PNS de 2013 e 2019, conduzidos pelo IBGE, os dados foram organizados numa planilha de Excel e analisados no programa Jamovi. Resultados: Os dados indicaram um aumento na proporção de diagnósticos de depressão entre 2013 e 2019, embora esse crescimento não tenha apresentado significância estatística no conjunto geral da amostra. A análise por sexo autodeclarado evidenciou que as mulheres apresentaram taxas de diagnóstico superiores às dos homens, porém, apenas em 2019 foram estatisticamente significativas. Conclusão: Esse resultado reflete a influência de fatores como desigualdades de gênero, barreiras no acesso ao tratamento e condições socioeconômicas, ressaltando a urgência de políticas públicas integradas e sensíveis às especificidades da população brasileira.

Biografia do Autor

  • Alex Fernandes Nunes, Universidade Metodista de São Paulo

    Psicólogo (Universidade Metodista de São Paulo), especialista na teoria Junguiana (IJEP) e em Docência no ensino superior (SENAC), Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Saúde da Universidade Metodista de São Paulo. 

  • Carolina Rodriguez Pae, Universidade Metodista de São Paulo

    Cirurgiã-dentista (Universidade Metodista de São Paulo) e especialista em Odontopediatria (Faculdade de Odontologia da APCD – FAOA). Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Saúde da Universidade Metodista de São Paulo. 

  • Tatiane da Silva Oliveira , Universidade Metodista de São Paulo

    Psicóloga Especialista em Psicologia Hospitalar e da Saúde pelo HC - FM - USP. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Saúde da Universidade Metodista de São Paulo. 

  • Valéria Calipo, Universidade Metodista de São Paulo

    Psicóloga, Especialista em Didática e Metodologia do Ensino Superior. Mestre e Doutora em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo - UMESP. Docente do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Psicologia da Saúde e em cursos de Graduação Coordenadora de cursos de Gestão. Orientadora dos Projeto de Extensão: Empregabilidade de 2015 até 2021.

  • Juliana Risso Pariz , Universidade Federal de São Paulo

    Mestre (Universidade Federal de São Paulo) e Doutora (Universidade de São Paulo) em Ciências da Saúde. Atualmente trabalha como docente e coordenadora em cursos da saúde, coordenadora do Programa de Iniciação Científica e docente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Psicologia da Saúde e do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Metodista de São Paulo

Referências

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Publicado

19.06.2026

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Prevalência de diagnóstico de depressão segundo o gênero: análise crítica dos resultados da pesquisa nacional de saúde (PNS) de 2013 e 2019. Revista de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul, v. 9, p. e026005, 19 jun.2026.

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